Milene e Flavinho (e, por que não aos seus filhos e companheiro e companheira). posso e sei que estou sendo repetitivo, mas, não há como negar o legado que nos deixou o preclaro Eduardo (alias, para mim o preclaro foi a marca dele ao iniciar as intervenções): lutar pela democracia, o direito de decidir, de participar, de se posicionar e poder mudar os rumos da sociedade, do mundo...tudo isso com a capacidade de dizer o que pensa com honestidade, mudar ou reafirmar suas idéias, sendo corajoso, sério, as vezes duro, porém, sempre amável, imparcial e alegre com os companheiros e companheiras e, também, com os adversários. Fui dele adversário e companheiro desde os anos 80, jamais deixei ou vi o Lauande ser desleal. Talvez, ou melhor com certeza, muito daquilo que vocês viram em mim durante o período que estivemos juntos, foi construído junto com ele, nas discussões entre militantes do PRC e do PCB, que se admiravam e se enfrentavam, que se enfrentavam e que se admiravam, por isso, aprendemos juntos. A maior homenagem que ele pode receber de cada um dos irmãos e dos sobrinhos é, além do respeito a esse legado, consolidar uma formação acadêmica da qual ele também participava e se orgulhava e, podem observar, sem a vaidade tola do título, mas, com a vaidade da produção de idéias, que o fez um pensador, um grande e ágil escritor, registrador dos fatos sempre acompanhados de proposições. Por isso, estudar é um dever de quem conviveu com o Eduardo. Todos os corações hoje estavam tristes, todos os olhos molhados. Nenhum se comparava ao de vocês, ao da mãe de vocês. Mas, foram vocês que, também, nos deram força, nos permitiram até descontrair, ter a certeza que os Lauandes estarão sempre juntos conosco, do lado da trincheira certa, do lado da busca incessante de felicidade, que às vezes se distancia de nós, mas que precisa ser o nosso objeto de conquista sempre. Um beijo eterno no Eduardo, um fraterno beijo em todos vocês. Cuidem sempre da mãe, ela precisa.
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Milene e Flavinho (e, por que não aos seus filhos e companheiro e companheira). posso e sei que estou sendo repetitivo, mas, não há como negar o legado que nos deixou o preclaro Eduardo (alias, para mim o preclaro foi a marca dele ao iniciar as intervenções): lutar pela democracia, o direito de decidir, de participar, de se posicionar e poder mudar os rumos da sociedade, do mundo...tudo isso com a capacidade de dizer o que pensa com honestidade, mudar ou reafirmar suas idéias, sendo corajoso, sério, as vezes duro, porém, sempre amável, imparcial e alegre com os companheiros e companheiras e, também, com os adversários. Fui dele adversário e companheiro desde os anos 80, jamais deixei ou vi o Lauande ser desleal. Talvez, ou melhor com certeza, muito daquilo que vocês viram em mim durante o período que estivemos juntos, foi construído junto com ele, nas discussões entre militantes do PRC e do PCB, que se admiravam e se enfrentavam, que se enfrentavam e que se admiravam, por isso, aprendemos juntos. A maior homenagem que ele pode receber de cada um dos irmãos e dos sobrinhos é, além do respeito a esse legado, consolidar uma formação acadêmica da qual ele também participava e se orgulhava e, podem observar, sem a vaidade tola do título, mas, com a vaidade da produção de idéias, que o fez um pensador, um grande e ágil escritor, registrador dos fatos sempre acompanhados de proposições. Por isso, estudar é um dever de quem conviveu com o Eduardo.
Todos os corações hoje estavam tristes, todos os olhos molhados. Nenhum se comparava ao de vocês, ao da mãe de vocês. Mas, foram vocês que, também, nos deram força, nos permitiram até descontrair, ter a certeza que os Lauandes estarão sempre juntos conosco, do lado da trincheira certa, do lado da busca incessante de felicidade, que às vezes se distancia de nós, mas que precisa ser o nosso objeto de conquista sempre. Um beijo eterno no Eduardo, um fraterno beijo em todos vocês. Cuidem sempre da mãe, ela precisa.
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